Eu falo e parece mentira, mas se eu fosse fazer uma autobiografia da minha vida o livro atingiria as mil páginas fácil. Já se foi um tempo que eu entrava aqui toda segunda e fazia um post relatando as tuadas daquele final de semana que começara a viver na parte do meu cérebro que guarda as memórias eternas, mas hoje o ritmo de eventos está tão frenético e a capacidade da turma de fazer coisas cada vez mais insanas e insuperáveis venceram o meu ritmo de escrita.
O jeito vai ser condensar tudo mesmo e ir criando crônicas/contos/causos avulsos mesmo, pra quem sabe daqui uns seis anos publicá-los. O problema é que meu linguajar não está nada limpo ultimamente. No Orkut, já sofro ditadura pelo fato de ter alunos me adicionando. No Facebook ainda posso falar umas sujismundisses, mas mesmo assim pode soar rude pra minha imagem profissional. Mas se eu escrevo é para ser livre. E é exatamente para poder sentir essa sensação de liberdade, só eu e o mundo todo meu, que eu escrevo. Tem quem fale que lê meu blog. Eu fico as vezes envergonhado (no e eu lá escrevendo coisas de fulano que cagou nas calças, de ciclano que vomitou sangue), mas pra mim faz um bem tão grande escrever essas coisas...
Ano que vem, se Deus quiser e Ele há de querer, eu vou conseguir separar um tempo para começar a criar o meu primeiro romance infanto-juvenil. Só estou esperando a pós terminar e tentar conciliar uns horários no ano que vem. No ano anterior e no presente eu me ocupei em pegar todos os serviços que apareciam pela frente e isso está me bloqueando de fazer as coisas que realmente gosto. Estou louco pra aprender um novo idioma, não tenho tempo. Estou louco pra escrever um romance, não tenho tempo. Estou louco pra começar a praticar algum esporte, não tenho tempo. Viver assim não tem graça. Trabalhar é muito bom, mas trabalhar demais não é. Sem contar que eu preciso muito estudar português. Tenho vergonha mas não escondo o fato de eu não saber usar hífen (não decoro as regras...) e errar bastante a grafia das palavras.
O Show do Red Hot Chili Peppers está a menos de 17 dias para acontecer e eu estou tão neutro... de 2002 a 2007 eu sonhava com esse momento todo santo dia, e agora... acho que cresci. Vi que existem coisas mais importantes no mundo e que merecem mais a minha dedicação.
Agora vou falar um pouco sobre o MK Vera. É incrível como basta juntar cinco membros pra sair pérolas que nossos filhos vão rir muito quando a gente contar pra eles. O Tia Anastácia em Pains e o Mangueirão da Independência forma eventos tão bons. Não precisamos estar em 30 para que seja uma boa festa. Basta uns 5 que estejam ali apenas com o intuito de curtir os amigos para que a coisa fique boa. Mesmo uns saindo, outros aparecem. Quem diria que o César, um carinha que veio lá de Oliveira, em pouco tempo seria um dos baluartes das Leonardisses que acontecem na turma? E a distância pelo visto já não é mais problema pra nós. Temos agora muitos amigos em Pains que basta convidar e eles já aparecem aqui ou a gente lá. E por falar em "a gente lá", sábado agora tem mais uma edição do FUTIRACT. O evento mais sombrio que já vi. Se você acha que gente caindo da laje é normal, então você pode ir pro Futiract.
Enfim, digitei um monte de coisas aleatórias mas eu precisava falar isso. Lembrei que tenho uma monografia pra fazer...
Em março quando isso tudo acabar eu vou dar uma festa. Juro.
1 comentários:
a parte da festa esta anotado já vou cobrar depois
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