segunda-feira, 21 de março de 2011

FastForward

Vapo! Quase um mês sem postar. Acho que este foi o maior recorde da minha jornada de bloguista. Enfim, tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo e o desinteresse por coisas outrora interessantes justificam esta ausência. Não devo satisfações à ninguém mas o motivo é o seguinte: arrumei um trampo e como já estou atrasado pelo fato do Primeiro Bimestre já ter começado há decadas, eu preciso colocar toda a matéria do conteúdo em dia. Se tivesse material didático ia ser fácil, mas o problema é que eu tenho que elaborar o material. E como meu sono é sagrado, cortei as coisas superfulas (virtuais).
Do que aconteceu de legal nesse um mês, eu digo: MUITA COISA.
Daria umas 15 postagens no meu ritmo antigo, mas vou resumir em um parágrafo.

Passei um carnaval muito massa, li Toriko (um mangá com potencial), a coxinha do asa branca agora tem recheio, passei no Intercâmbio pra Taiwan, aconteceu um terremoto lá pertinho no dia seguinte e melou os esquemas (puta azar), arrumei um emprego, arrumei um aluno novo particular, fui numa festinha do meu patrão com meu sobrinho, no dia seguinte ele foi atropelado por uma moto. Fim.

Alguns casos merecem destaques e comentários. Começando pelo Carnaval.
Escolher um carnaval urbano ao invés dos nossos tradicionais carnavais campestres foi uma escolha sábia. Jogamos muito Marvel X Capcon e os amigos que tiveram a compaixão de ceder suas moradas para a farra salvaram a festa (Valew Lincoln, Teia, Marcelo e Frodo). Sem contar nos madrugadões na SKirk Land e do dia que vimos Proxeneta completo lá.

Agora sobre meu sobrinho:

Esses dias eu estava levando e buscando meu sobrinho na escolinha, já que agora eu trabalho lá e estava mega contente com essa aproximação com ele. Crianças são abençoadas por natureza. Eles gritam, choram, mordem, mas não tem como odiá-las. Sábado ganhei dois convites pra uma festa do filho do meu patrão. Podia ter chamado algum dos meus smumas mas preferi levar meu sobrinho que aproveitou 250% da festa. Pena que no domingo ele quase me fez dar um ataque cardíaco quando entrou na frente de uma moto. Qdo minha mãe chegou chorando e falou "O Guilherme foi atropelado por uma moto..." essas reticências mescladas com soluços me fizeram imaginar a pior coisa do mundo e só assim pra eu perceber o tanto que de pouco em pouco minha vida já é totalmente dependente da dele. Eu já não me imaginava mais sorrindo caso o pior acontecesse. Graças ao Regedor do Universo, nada de grave aconteceu com ele. Só três pontos na cabeça, um esfolado no braço e uma perna quebrada. Visto que acidentes de moto geralmente deixam vítimas fatais, isso não é nada. Infelizmente ele vai perder a escolinha, mas fazer o que... saúde é o que interessa, o resto não tem pressa. Estarei orando por ele todos os dias agora.

Esqueci de falar que no Carvanal tive a oportunidade de ir à Divinópolis. O Dança e o Zòzimo tiveram a benevolência de me receber e passear comigo pela cracolandia. Conheci a vida republicana lá e dancei pra caramba numa festinha na República Tcheca. Depois tivemos o ar da graça da visita do Tchô lá e conhecemos a Cabaço Land de Divinópolis.

Eu estou ganhando muita experiência em montar meu próprio material. Dá trabalho e tal, mas atende as necessidades dos alunos, é bem mais prático. Os primeiros anos serão difíceis, mas acho que vou pegar bons proveitos disso. Sò queria que a Pedagoga me visse agora... upei demais! Agora também quem faz a revisao das minhas aulas são pessoas competêntes, então eu acredito que vou crescer muito assim. As opiniões delas são sempre pra melhores. Estou feliz.

Então galera, vou enfiar a cara nos estudos/trabalhos e a gente se vê ae na Semana Santa!

PS: Esqueci de falar que comprei o Livro Mapas do Acaso: 45 Variações Sobre o Mesmo Tema. Ainda não li.

PS2: Assisti Bruna Surfistinha. Perdi duas horas da minha vida, sério mesmo. Não sou crítico de cinema, mas consigo fazer uma monografia xingando o filme. Não tem lógica NENHUMA. Ela não tinha nenhum motivo pra fugir de casa. Foge e a polícia nem vai em busca dela. O único motivo que ela fala no filme é que "não aguentava o silêncio da família dela e o barulho do pai dela mastigando pão". Ae chega lá no puteiro paga de machona "você não sabe pelo que eu passei!". Sem contar aquele Hudson que não existe no livro. Serviu só pra ser um par romântico pro final feliz. Ae no meio do filme, o trem vira Diário de um adolescente. Ela vicia em cocaina e o drama do filme é ela perdendo todo o dinheiro que ganhou dando para as drogas... santo anjo do senhor....
Não assistam, sério, é um lixo!


(não vou fazer revisão do post, vai sair cheio de erro de concordância mesmo)

1 comentários:

Tchô disse...

Putz... Não sabia dessa do Guilherme. Pense pelo lado bom. ele vai poder contar q viveu a aventura de ser atropeado por uma moto agora, hehe.