Estava fazendo um mega post de fim de ano, mas percebi que ele era um resumo de tudo que eu já falei aqui, então fiquei com preguiça.
Esse ano foi bom, eu trabalhei muito, cresci muito no ramo profissional, a turma não cresceu tanto, fizemos novos amigos, comprei meu ingresso pro show do RED HOT, comecei a fazer pós graduação, meus amigos e família estão todos com saúde, agradeço a Deus por tudo e confesso que me diverti muito em 2010.
Metas para 2011 em ordem de importância:
- Tirar carteira
- Estudar muito (principalmente minha pronuncia em inglês)
- Comprar um laptop
- Ir ao Rock in Rio
- Comprar uma bateria
- Não brigar com o Marcelo na comunidade
Creio que 2011 vai ser um ano tranquilo como 2010. Muitos amigos fora, mas por um lado isso é necessário para todos focarmos nos nossos projetos para termos um bom futuro. Fico feliz de ver todo mundo caminhando por bons rumos e confesso que vocês são minha fonte de inspiração pra continuar crescendo e resistindo até o final. Eu sempre penso "todo mundo ta lutando, não vou ficar pra trás" e isso me motiva. Escroto né?
Agora eu quero é viver Los Angeles, ir pra Roça do Ze Belo ficar deitado de barriga pra cima falando merda o dia inteiro. Zoar muito meu inimigo oculto e que venha 2011, eu já estou preparado pra ele faz muito tempo.
Feliz ano novo pra todos vocês.
O abraço eu entrego na roça!
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Big 5
Continuando a maratona de vagabundagem das férias, sem notar formamos um grupo: o Big Five. Desde sexta, Lalinho Dias, Zozimo Lobato, Bruno Dancing, Teia e Israel não se separam mais.
Segunda foi dia de nadar na piscina do Teia. Muito massa. Achamos o Ascânio no meio da rua e levamos ele pro Teia e lá conseguimos aprender a fazer o Transa Game Tsunami (coisa de fã de UDR). Segunda à noite: Praça. Terça saimos em busca de cerveja e o Kanekão estava fechado. Legal foi ver o tanto de pinguço na porta do bar na mesma esperança do boteco abrir que nós. Cansados de esperar, fomos pro Bar do Peixe, um lugar fedido pra caramba, graças aos dejetos do Rio Formiga. Papos molentos, evento divertido. Depois: Panqueca no Tio Patinhas/Praça.
Quarta fomos ver o restante dos Hermes e Renato na casa da Ana e de noite Praça. Vale ressaltar a gentileza do Leozinhoa de levar o DVD pra gente e de contribuir com uma fire water pra Praça.
Quinta, o dia massa. Resolvemos ir pro Cat. A questão é que, tirando o Iel, ninguém do Big Five era sócio do clube. Entramos na mocada quando a dona moça veio nos cobrar a carteirinha. Não temos senhora.
Então venha nessa sala e me passem os seus nomes.
Fuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu
NA MAIOR CARA DE PAU todos entram na sala e dão nomes falsos/fictícios.´Não vou revelá-los, mas eu e o dança saimos com nomes de gays.
FUCK YEAH
Entramos no banheiro quando vimos a placa:
PROIBIDO NADAR DE BERMUDA
FUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU
Pra eu, zózimo e teia que não tinhamos sungas, era o fim da jornada.
Desafio aceito!
Zozimo dobra sua bermuda de um jeito homosexual e faz uma espécie de sunga. Ficou perfeito. Seguimos ele e entramos na piscina de boa. Isso antes do Teia dar uma cabeçada épica na placa perto da ducha.
Nadamos igual uns peixinhos até o Cambota e o Maycon chegarem e se juntarem a nós. Comemos bolachas do Dança e o mesmo deu uma chicoteia-da de toalha no rego do Teia que deixou um vergão que só pela definição do maycon pro vergão já dá pra ter ideia da dor: barranco. "Oua, tem um barranco na suas costas!"
O dia ainda não acabou. Mas hoje já foi muito Los Angeles.
Viva as férias!
Segunda foi dia de nadar na piscina do Teia. Muito massa. Achamos o Ascânio no meio da rua e levamos ele pro Teia e lá conseguimos aprender a fazer o Transa Game Tsunami (coisa de fã de UDR). Segunda à noite: Praça. Terça saimos em busca de cerveja e o Kanekão estava fechado. Legal foi ver o tanto de pinguço na porta do bar na mesma esperança do boteco abrir que nós. Cansados de esperar, fomos pro Bar do Peixe, um lugar fedido pra caramba, graças aos dejetos do Rio Formiga. Papos molentos, evento divertido. Depois: Panqueca no Tio Patinhas/Praça.
Quarta fomos ver o restante dos Hermes e Renato na casa da Ana e de noite Praça. Vale ressaltar a gentileza do Leozinhoa de levar o DVD pra gente e de contribuir com uma fire water pra Praça.
Quinta, o dia massa. Resolvemos ir pro Cat. A questão é que, tirando o Iel, ninguém do Big Five era sócio do clube. Entramos na mocada quando a dona moça veio nos cobrar a carteirinha. Não temos senhora.
Então venha nessa sala e me passem os seus nomes.
Fuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu
NA MAIOR CARA DE PAU todos entram na sala e dão nomes falsos/fictícios.´Não vou revelá-los, mas eu e o dança saimos com nomes de gays.
FUCK YEAH
Entramos no banheiro quando vimos a placa:
PROIBIDO NADAR DE BERMUDA
FUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU
Pra eu, zózimo e teia que não tinhamos sungas, era o fim da jornada.
Desafio aceito!
Zozimo dobra sua bermuda de um jeito homosexual e faz uma espécie de sunga. Ficou perfeito. Seguimos ele e entramos na piscina de boa. Isso antes do Teia dar uma cabeçada épica na placa perto da ducha.
Nadamos igual uns peixinhos até o Cambota e o Maycon chegarem e se juntarem a nós. Comemos bolachas do Dança e o mesmo deu uma chicoteia-da de toalha no rego do Teia que deixou um vergão que só pela definição do maycon pro vergão já dá pra ter ideia da dor: barranco. "Oua, tem um barranco na suas costas!"
O dia ainda não acabou. Mas hoje já foi muito Los Angeles.
Viva as férias!
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
A Odisséia de Dicésar
As férias nem começaram direito e já mostraram o seu potencial. Eu prometi a mim mesmo durante o ano letivo que se conseguisse sobreviver à rotina infernal que eu estava exposto, ia descontar tudo nas férias, pra equilibrar o nível de stress.
As festanças começaram adiantadas, sendo iniciadas com a festa de formatura da Ana. Ri muito viu. Teve uma seção flashback na antiga Praça (Los Manos Burguer) e de lá fomos pra casa do Glória fazer a festa. Salvo os coretes do Demétrio. Infelizmente minhas dezenas de horas sem dormir não me deixaram aproveitar a balada nos conformes e eu desmaiei na sala.
Sexta teve Festa no Corujinha para os professores. Depois formatura do Tino. Depois degustação dos restos da festa de quinta na Praça.
Sábado fomos pra casa do Bruno Dancing assistir ao primeiro dos três DVDs do Hermes e Renato e depois fomos pra Praça. Eu não queria ir embora nem a pau, e pelo visto o Dança e o Teia estavam no mesmo time. Fomos dar voltinhas pela cidade, fomos no Cristo, na Lagoa acender o farol nos carros e depois pra casa dele conversar fiado.
No dia seguinte, como não tínhamos nada pra fazer, marcamos um açaí três da tarde. Eu, dança e zózimo. Nada de açaí, fomos pro Milk Shake e de lá fomos pra porta do Joaquim Rodarte rir dos caras que estavam fazendo o vestibular do cefet. Nisso achamos o Dedé Baixo Astral e depois o Danilo César e o Teia. Mais na frente o MiniMiller. Fomos dar um rolé na rodoviária até os meninos alcoólatras terem a ideia de comprar um álcool e ir beber na Praça. Entre tantas opções, a que chamou a atenção dos jovens foi uma de nome “Old César 88”. Daí vem os trocadilhos do título do Post. Odisséia porque a gente havia caminhado muito e caminharia mais ainda no futuro. Dicéssar porque daqui a pouco a história vai ter pitadas de homossexualismo. Saímos do ABC e ficamos com vergonha de beber na Praça da Matriz, então fomos pra Praça da Emmel. Chegando lá, degustamos do néctar da bebida até que aparece um menino com uma gorda e uma magra. A principio, achamos que o menino era gay até que ele começou a garrar a gorda. Como o álcool já havia subido às nossas cabeças, começamos a fazer comentários do tipo “que cara trouxa, garrou a mais feia e talz”. Depois, cansados de ver a bonita velando, fomos lá puxar papo com ela. Cansados, fizemos teorias de onde era o melhor lugar pra mijar. Mais tarde, começamos a ligar e convocar nossos amigos pra praça. Chegaram o Demétrio, Ana Cretina e Israel. Duas meninas estavam numas posições meio embaraçadas e eu e o Dança fomos lá chegar nelas. “Oi, o que vocês fazem aqui?” Disse o Eu galantiador. “Estamos namorando!” foi nossa resposta. “Eu já ia te perguntar isso mesmo, se vocês eram lésbicas” complementou Dança. Conversa vai, conversa vem, descobrimos que o casal de rolinhas foi expulso da Praça do Tio Patinhas por uma mulher que elas descreveram como: louca, ruiva, tatuada e com um carro vermelho. Com um pouco de investigação, descobrimos que se tratava da Mãe da Raissa. Rimos demais disso. Segundo elas a mulher saiu perseguindo elas de carro, chamando elas de sapatão, falou que ia chamar a polícia, que elas tavam fazendo atentado ao pudor e tal. Com mais conversa fomos descobrindo novas informações. Engraçado é o tanto que o MiniMiller sofre. Parece que todo mundo na cidade conhece a mãe dele tadinho. Até na hora que a gente ligou pra Pri (Alo Pri? Pri Alo?) e ele fez uma bela atuação do Alo Pri com vocais de arroto a Ana fez questão de dedurá-lo. (O massa, é que enquanto estávamos no auge de um momento los angeles, algum celular sempre tocava com reclamações sobre a Roça. Ficamos pensando: será que esse povo dorme? A gente na maior alegria, rachando os thallos e eles preocupados com coisas banais. Acho que isso tudo é carência)
Ae depois já estamos amigos das lésbicas e elas começaram a se engolir na nossa frente de boa, sem receios. Depois fomos jantar no Asa Branca. Foi massa. Todo mundo compra uma coxinha, volta até chegar no Lenilson, sente que a Lariça ta grande, volta pro asa branca prum segundo round e depois volta pra Praça. Ficamos lá conversando fiado (os assuntos da vez era a teoria dos três créditos, e quem cada um ia pegar na roça) depois começou a chover e tivemos que adentrar no CCAA. Ficamos lá deitados de boa, numa imensa orgia de cabeças nas coxas, nas barrigas, etc e ninguém teve forças pra levantar. Ficamos lá no mínimo uma hora, todo mundo deitado, bonitinho, aglomerado. Era essa a imagem que eu queria pras minhas férias. Deitado na rua, às 1h30 da madrugada, sem preocupar com diários, provas, trabalhar no dia seguinte. Apenas com bons amigos discutindo as coisas mais insignificantes da vida.
This is MK Vera.
As festanças começaram adiantadas, sendo iniciadas com a festa de formatura da Ana. Ri muito viu. Teve uma seção flashback na antiga Praça (Los Manos Burguer) e de lá fomos pra casa do Glória fazer a festa. Salvo os coretes do Demétrio. Infelizmente minhas dezenas de horas sem dormir não me deixaram aproveitar a balada nos conformes e eu desmaiei na sala.
Sexta teve Festa no Corujinha para os professores. Depois formatura do Tino. Depois degustação dos restos da festa de quinta na Praça.
Sábado fomos pra casa do Bruno Dancing assistir ao primeiro dos três DVDs do Hermes e Renato e depois fomos pra Praça. Eu não queria ir embora nem a pau, e pelo visto o Dança e o Teia estavam no mesmo time. Fomos dar voltinhas pela cidade, fomos no Cristo, na Lagoa acender o farol nos carros e depois pra casa dele conversar fiado.
No dia seguinte, como não tínhamos nada pra fazer, marcamos um açaí três da tarde. Eu, dança e zózimo. Nada de açaí, fomos pro Milk Shake e de lá fomos pra porta do Joaquim Rodarte rir dos caras que estavam fazendo o vestibular do cefet. Nisso achamos o Dedé Baixo Astral e depois o Danilo César e o Teia. Mais na frente o MiniMiller. Fomos dar um rolé na rodoviária até os meninos alcoólatras terem a ideia de comprar um álcool e ir beber na Praça. Entre tantas opções, a que chamou a atenção dos jovens foi uma de nome “Old César 88”. Daí vem os trocadilhos do título do Post. Odisséia porque a gente havia caminhado muito e caminharia mais ainda no futuro. Dicéssar porque daqui a pouco a história vai ter pitadas de homossexualismo. Saímos do ABC e ficamos com vergonha de beber na Praça da Matriz, então fomos pra Praça da Emmel. Chegando lá, degustamos do néctar da bebida até que aparece um menino com uma gorda e uma magra. A principio, achamos que o menino era gay até que ele começou a garrar a gorda. Como o álcool já havia subido às nossas cabeças, começamos a fazer comentários do tipo “que cara trouxa, garrou a mais feia e talz”. Depois, cansados de ver a bonita velando, fomos lá puxar papo com ela. Cansados, fizemos teorias de onde era o melhor lugar pra mijar. Mais tarde, começamos a ligar e convocar nossos amigos pra praça. Chegaram o Demétrio, Ana Cretina e Israel. Duas meninas estavam numas posições meio embaraçadas e eu e o Dança fomos lá chegar nelas. “Oi, o que vocês fazem aqui?” Disse o Eu galantiador. “Estamos namorando!” foi nossa resposta. “Eu já ia te perguntar isso mesmo, se vocês eram lésbicas” complementou Dança. Conversa vai, conversa vem, descobrimos que o casal de rolinhas foi expulso da Praça do Tio Patinhas por uma mulher que elas descreveram como: louca, ruiva, tatuada e com um carro vermelho. Com um pouco de investigação, descobrimos que se tratava da Mãe da Raissa. Rimos demais disso. Segundo elas a mulher saiu perseguindo elas de carro, chamando elas de sapatão, falou que ia chamar a polícia, que elas tavam fazendo atentado ao pudor e tal. Com mais conversa fomos descobrindo novas informações. Engraçado é o tanto que o MiniMiller sofre. Parece que todo mundo na cidade conhece a mãe dele tadinho. Até na hora que a gente ligou pra Pri (Alo Pri? Pri Alo?) e ele fez uma bela atuação do Alo Pri com vocais de arroto a Ana fez questão de dedurá-lo. (O massa, é que enquanto estávamos no auge de um momento los angeles, algum celular sempre tocava com reclamações sobre a Roça. Ficamos pensando: será que esse povo dorme? A gente na maior alegria, rachando os thallos e eles preocupados com coisas banais. Acho que isso tudo é carência)
Ae depois já estamos amigos das lésbicas e elas começaram a se engolir na nossa frente de boa, sem receios. Depois fomos jantar no Asa Branca. Foi massa. Todo mundo compra uma coxinha, volta até chegar no Lenilson, sente que a Lariça ta grande, volta pro asa branca prum segundo round e depois volta pra Praça. Ficamos lá conversando fiado (os assuntos da vez era a teoria dos três créditos, e quem cada um ia pegar na roça) depois começou a chover e tivemos que adentrar no CCAA. Ficamos lá deitados de boa, numa imensa orgia de cabeças nas coxas, nas barrigas, etc e ninguém teve forças pra levantar. Ficamos lá no mínimo uma hora, todo mundo deitado, bonitinho, aglomerado. Era essa a imagem que eu queria pras minhas férias. Deitado na rua, às 1h30 da madrugada, sem preocupar com diários, provas, trabalhar no dia seguinte. Apenas com bons amigos discutindo as coisas mais insignificantes da vida.
This is MK Vera.
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Get on Top
Este é o primeiro dos posts de retrospectiva de 2010. Pensei em vários títulos para ele, mas nenhum foi mais convincente do que este.
Ano passado, eu passei pela maior dor de cabeça que todo ex-universtiário e recém-formado tem: o que vai ser de mim agora? Estágio terminado, sem nada pra estudar e sem um emprego em vista e sem previsão de concursos. Fudeu.
O Tchô, que muito ouvia minhas divagações, sabe. Eu tinha alguns planos traçados para os próximos anos da minha vida, ei-los:
- Talvez continuar no jornal na revista;
- Pegar aulas no Estado;
- Dar aulas num cursinho de inglês;
- E depois de muita experiência, arriscar a rede particular.
E o que aconteceu? Eu consegui os quatro em apenas um ano. Não sei se por intervenção divina, ou por QI, mas só sei que o cara lá de cima gosta muito de mim e é recíproco. (Não sou ateu galera, sou a-religião). Eu vou falar mais das experiências como professor em outro post, mas vou adiantar algumas coisas.
Esse ano eu agarrei todas as oportunidades que apareciam. Primeiramente, fui fazer um teste no CCAA, para ver se ainda tinha algo para eu aprender em inglês e me surpreendi quando o resultado deu “Teacher’s course” ou seja, eu poderia dar aula lá já de boa com o inglês que sabia. Infelizmente não gostei e não me adaptei com a metodologia de lá (exatamente por não ter estudado lá) esse trem de aula com dvd e decorar palavras não funciona comigo.
Daí, continuei vagando quando recebi uma proposta para trabalhar nos folhetos pedagógicos do Formigando. A principio, achei a ideia fascinante. Voltar para o antigo local de trabalho seria uma ótima experiência. Mas eu cometi um grande erro... quando você lida com algo, que nem você e a chefe tem culhões para executar fica difícil. Eu tive que agüentar uma pessoa pagando de pedagoga o tempo inteiro, tentando achar reflexões se as questões deveriam terminar com dois pontos ou ponto de interrogação, enquanto eu só estava preocupado em fazer jogos divertidos. (O poder corrompe as pessoas. O poder nas mãos erradas corrompe muito mais gente). Ae vinha a amolação, vinha a correção dos meus textos, eu estava sendo bem humilhado. Ae surgiu uma designação para um cargo de um ano no Polivalente, e milagrosamente eu peguei. Ae eu trabalhava das 8h30 às 22 horas. Fazia o horário de almoço no serviço e subia direto, sem banho, sem nada. Tava morrendo aos poucos. Ae juntava a amolação desestimulante, o tédio de ir trabalhar... já estava doido pra sair do Formigando quando me mandaram embora antes. Saí no lucro. Não era o que eu queria e eles nem precisavam de mim (visto que em dois dias eu fazia trabalho para uma edição quinzenal, logo ficava atoa o resto da semana e mais uma semana). Hoje, dia 16 de dezembro, eu poderia olhar pra trás e acabar com todos os argumentos da Pedagoga. Agora eu já vivi a PRÁTICA da Educação Infantil. È tudo diferente da teoria. Um exemplo claro são as cruzadinhas que fazíamos com um espaço “normal” para colocar as letras. A Pedagoga e o Antigo Eu nem cogitávamos a hipótese de que menino de primeira à quarta série escreve com letra GIGANTE. Fala agora, sábia? Tem outras coisas mas não vou comentar, vou deixar o embasamento teórico dela achar que passa pela prática.
Finda minha vida como redator, fui ser professor. Foi a melhor coisa que poderia me acontecer. Lidar com alunos, ter contato direto com a energia jovem é bom demais. Mesmo com a imensa indisciplina, mesmo com a falta de respeito, você ainda é um ser superior a eles, e é o que eles precisam para serem guiados para seus sonhos. A aula não acontece na sala de aula. Acontece quando eles te param no corredor e falam “eu queria ser policial, o que eu faço, é só levar curriculo?” Ae você conta pra ele aquilo que já falou dez vezes na sala, mas que ninguém deixou ele prestar atenção. Ensina o que é um concurso e tal, aí ele começa a prestar atenção nas aulas de redação, e depois outro menino te para no corredor, e no meio do ano a sala inteira já está atenta às suas aulas. Eles só precisam saber que o conhecimento é importante pra eles de alguma forma, só isso.
Depois, graças a uma indicação do Thiago Maia, fui convidado para trabalhar como professor de plantão do Stairway. Mais um sonho virando realidade. Lá sim, eu poderia ter contato com a língua inglesa durante todo tempo que estivesse lá. Dar aulas de inglês pra quem realmente está investindo num aprendizado de uma segunda língua é bom demais. As aulas nunca são chatas, nada de indisciplina, cada aluno com sua responsabilidade e sem contar com a quantidade infinita de conhecimento disponível para eu absorver. Não queria sair de lá por nada.
Até vir uma proposta irrecusável para dar aula no Aplicação. A princípio fiquei com muito medo, visto que não tinha experiência e eu poderia “queimar” a minha chance de ingressar no ensino particular. Mas o momento era aquele, se eu recusasse agora, quem garantiria que seria convidado no futuro? Fui.
Só que depois fui surpreendido: não era pra trabalhar com os adolescentes e sim com crianças. Foi uma facada, mas peguei. O que vale é o XP. E eu ganhei muito viu. Cometi vários erros primários para controle de disciplina, mas fui ficando mais esperto com o tempo. O bom é que eles são empolgados pra aprender, então você leva uma música eles já fazem uma festa. Quanto mais divertida a aula, melhor a aprendizagem. Sorte que o Clarismar ajustou os meus horários no cursinho para eu não perder essa oportunidade.
Agora o que me matou foram as semanas finais do quarto bimestre. Fechar nota é o pesadelo de todos os professores. Você lembra que lá no segundo bimestre um muleque ficou devendo uma prova e você tem que achar essa prova e fazer o menino por a vida dele em dia. Dá um trabalho danado. Sem contar nas provas infinitas pra corrigir, os diários pra preencher. Sorte que eu já aprendi uns bons macetes, então pro ano que vem já fica mais fácil. O segredo é não ser um procrastinador.
Agora o ano vai acabando... não quero me preocupar com o que vai ser de mim ano que vem. Já consegui uns trocadinhos pra folgar o pagamento da minha pós, vou deixar os serviços virem como conseqüências, vou focar mais na pós. Como diz uma canção do Pouca Vogal “se for pra sempre, que seja breve.” Não sei se vou continuar no próximo ano, mas fiz de tudo para viver com muita intensidade esse período. As lembranças e os rostos dos alunos vão ficar pra sempre cravados na minha memória. Um dos melhores momentos foi participar da formatura deles, junto ao teatro. Todos apreensivos com a apresentação, e eu mais nervoso que eles. Viver a época escolar denovo, isso sim é um sonho pra mim. Nunca fiz teatro na escola. Hoje me arrependo. Mas tive a chance de voltar pra trás e viver o que não vivi.
Só vou finalizar com um adendo: a questão dinheiro X realização pessoal. Vejo que para a maioria do povo ser feliz e bem sucedido é sinônimo de ganhar bem. Não vou conseguir convencer ninguém do oposto, mas pra mim essa regra não funciona. Eu tenho a certeza que faço algo que eu gosto, e vou continuar lutando (estudando) para cada vez mais ser capaz de ensinar algo de útil para essas pessoas. Como ouvi uma professora falando uma vez “é engraçado né, eu tenho vários alunos que fizeram aulas comigo, passaram em concursos, vestibulares, ganham uma nota e eu aqui... eu poderia ter feito também né... mas o negócio é que eu gosto de dar aula, não me vejo fazendo outra coisa”. Esse é o ponto. Eu acho lindo saber que tenho uma profissão que pode melhorar a vida dos outros. Ver os outros felizes já é uma alegria pra mim e não sou hipócrita ao falar isso. Mas então dinheiro não faz diferença? Claro que faz. Todo mundo tem contas a pagar, tem luxos que deseja ter e talz, mas isso é secundário. Se você se esforçar, dinheiro não vai faltar. Você vai ter que fazer uns bicos, arrumar umas pontas em outras coisas pra fazer e tal, mas acho que dá pra viver de boa. O que dá raiva, nem é o salário baixo, mas sim a quantidade de serviço que o professor leva pra casa e não recebe por isso. Só isso que é foda, mas enfim, uma hora alguém vai se dar conta disso, já que os professores estão sendo extintos (ainda mais que o curso de Letras do Unifor fechou) e então eles vão ter que oferecer condições trabalhistas melhores para incentivar mais gente a entrar na área. Tenho fé.
Profissionalmente, 2010 foi um grande salto para mim. Agora não consigo me imaginar fazendo outra coisa. Ano que vem, quero estar em outra estação, desenvolver novos projetos, corrigir os erros e aplicar a experiência obtida. O caminho é longo eu sei, mas quem disse que eu quero chegar em algum final? A graça da vida é percorrer sem parar, se eu alcançar um objetivo a vida vai ser um tédio depois disso.... eu não quero ter que pagar o François pra publicar fotos minhas pra mostrar pra todo mundo que eu sou feliz. Se eu chegar a este ponto, metam-me uma bala na cabeça e mostrem esse post como álibi.
Ano passado, eu passei pela maior dor de cabeça que todo ex-universtiário e recém-formado tem: o que vai ser de mim agora? Estágio terminado, sem nada pra estudar e sem um emprego em vista e sem previsão de concursos. Fudeu.
O Tchô, que muito ouvia minhas divagações, sabe. Eu tinha alguns planos traçados para os próximos anos da minha vida, ei-los:
- Talvez continuar no jornal na revista;
- Pegar aulas no Estado;
- Dar aulas num cursinho de inglês;
- E depois de muita experiência, arriscar a rede particular.
E o que aconteceu? Eu consegui os quatro em apenas um ano. Não sei se por intervenção divina, ou por QI, mas só sei que o cara lá de cima gosta muito de mim e é recíproco. (Não sou ateu galera, sou a-religião). Eu vou falar mais das experiências como professor em outro post, mas vou adiantar algumas coisas.
Esse ano eu agarrei todas as oportunidades que apareciam. Primeiramente, fui fazer um teste no CCAA, para ver se ainda tinha algo para eu aprender em inglês e me surpreendi quando o resultado deu “Teacher’s course” ou seja, eu poderia dar aula lá já de boa com o inglês que sabia. Infelizmente não gostei e não me adaptei com a metodologia de lá (exatamente por não ter estudado lá) esse trem de aula com dvd e decorar palavras não funciona comigo.
Daí, continuei vagando quando recebi uma proposta para trabalhar nos folhetos pedagógicos do Formigando. A principio, achei a ideia fascinante. Voltar para o antigo local de trabalho seria uma ótima experiência. Mas eu cometi um grande erro... quando você lida com algo, que nem você e a chefe tem culhões para executar fica difícil. Eu tive que agüentar uma pessoa pagando de pedagoga o tempo inteiro, tentando achar reflexões se as questões deveriam terminar com dois pontos ou ponto de interrogação, enquanto eu só estava preocupado em fazer jogos divertidos. (O poder corrompe as pessoas. O poder nas mãos erradas corrompe muito mais gente). Ae vinha a amolação, vinha a correção dos meus textos, eu estava sendo bem humilhado. Ae surgiu uma designação para um cargo de um ano no Polivalente, e milagrosamente eu peguei. Ae eu trabalhava das 8h30 às 22 horas. Fazia o horário de almoço no serviço e subia direto, sem banho, sem nada. Tava morrendo aos poucos. Ae juntava a amolação desestimulante, o tédio de ir trabalhar... já estava doido pra sair do Formigando quando me mandaram embora antes. Saí no lucro. Não era o que eu queria e eles nem precisavam de mim (visto que em dois dias eu fazia trabalho para uma edição quinzenal, logo ficava atoa o resto da semana e mais uma semana). Hoje, dia 16 de dezembro, eu poderia olhar pra trás e acabar com todos os argumentos da Pedagoga. Agora eu já vivi a PRÁTICA da Educação Infantil. È tudo diferente da teoria. Um exemplo claro são as cruzadinhas que fazíamos com um espaço “normal” para colocar as letras. A Pedagoga e o Antigo Eu nem cogitávamos a hipótese de que menino de primeira à quarta série escreve com letra GIGANTE. Fala agora, sábia? Tem outras coisas mas não vou comentar, vou deixar o embasamento teórico dela achar que passa pela prática.
Finda minha vida como redator, fui ser professor. Foi a melhor coisa que poderia me acontecer. Lidar com alunos, ter contato direto com a energia jovem é bom demais. Mesmo com a imensa indisciplina, mesmo com a falta de respeito, você ainda é um ser superior a eles, e é o que eles precisam para serem guiados para seus sonhos. A aula não acontece na sala de aula. Acontece quando eles te param no corredor e falam “eu queria ser policial, o que eu faço, é só levar curriculo?” Ae você conta pra ele aquilo que já falou dez vezes na sala, mas que ninguém deixou ele prestar atenção. Ensina o que é um concurso e tal, aí ele começa a prestar atenção nas aulas de redação, e depois outro menino te para no corredor, e no meio do ano a sala inteira já está atenta às suas aulas. Eles só precisam saber que o conhecimento é importante pra eles de alguma forma, só isso.
Depois, graças a uma indicação do Thiago Maia, fui convidado para trabalhar como professor de plantão do Stairway. Mais um sonho virando realidade. Lá sim, eu poderia ter contato com a língua inglesa durante todo tempo que estivesse lá. Dar aulas de inglês pra quem realmente está investindo num aprendizado de uma segunda língua é bom demais. As aulas nunca são chatas, nada de indisciplina, cada aluno com sua responsabilidade e sem contar com a quantidade infinita de conhecimento disponível para eu absorver. Não queria sair de lá por nada.
Até vir uma proposta irrecusável para dar aula no Aplicação. A princípio fiquei com muito medo, visto que não tinha experiência e eu poderia “queimar” a minha chance de ingressar no ensino particular. Mas o momento era aquele, se eu recusasse agora, quem garantiria que seria convidado no futuro? Fui.
Só que depois fui surpreendido: não era pra trabalhar com os adolescentes e sim com crianças. Foi uma facada, mas peguei. O que vale é o XP. E eu ganhei muito viu. Cometi vários erros primários para controle de disciplina, mas fui ficando mais esperto com o tempo. O bom é que eles são empolgados pra aprender, então você leva uma música eles já fazem uma festa. Quanto mais divertida a aula, melhor a aprendizagem. Sorte que o Clarismar ajustou os meus horários no cursinho para eu não perder essa oportunidade.
Agora o que me matou foram as semanas finais do quarto bimestre. Fechar nota é o pesadelo de todos os professores. Você lembra que lá no segundo bimestre um muleque ficou devendo uma prova e você tem que achar essa prova e fazer o menino por a vida dele em dia. Dá um trabalho danado. Sem contar nas provas infinitas pra corrigir, os diários pra preencher. Sorte que eu já aprendi uns bons macetes, então pro ano que vem já fica mais fácil. O segredo é não ser um procrastinador.
Agora o ano vai acabando... não quero me preocupar com o que vai ser de mim ano que vem. Já consegui uns trocadinhos pra folgar o pagamento da minha pós, vou deixar os serviços virem como conseqüências, vou focar mais na pós. Como diz uma canção do Pouca Vogal “se for pra sempre, que seja breve.” Não sei se vou continuar no próximo ano, mas fiz de tudo para viver com muita intensidade esse período. As lembranças e os rostos dos alunos vão ficar pra sempre cravados na minha memória. Um dos melhores momentos foi participar da formatura deles, junto ao teatro. Todos apreensivos com a apresentação, e eu mais nervoso que eles. Viver a época escolar denovo, isso sim é um sonho pra mim. Nunca fiz teatro na escola. Hoje me arrependo. Mas tive a chance de voltar pra trás e viver o que não vivi.
Só vou finalizar com um adendo: a questão dinheiro X realização pessoal. Vejo que para a maioria do povo ser feliz e bem sucedido é sinônimo de ganhar bem. Não vou conseguir convencer ninguém do oposto, mas pra mim essa regra não funciona. Eu tenho a certeza que faço algo que eu gosto, e vou continuar lutando (estudando) para cada vez mais ser capaz de ensinar algo de útil para essas pessoas. Como ouvi uma professora falando uma vez “é engraçado né, eu tenho vários alunos que fizeram aulas comigo, passaram em concursos, vestibulares, ganham uma nota e eu aqui... eu poderia ter feito também né... mas o negócio é que eu gosto de dar aula, não me vejo fazendo outra coisa”. Esse é o ponto. Eu acho lindo saber que tenho uma profissão que pode melhorar a vida dos outros. Ver os outros felizes já é uma alegria pra mim e não sou hipócrita ao falar isso. Mas então dinheiro não faz diferença? Claro que faz. Todo mundo tem contas a pagar, tem luxos que deseja ter e talz, mas isso é secundário. Se você se esforçar, dinheiro não vai faltar. Você vai ter que fazer uns bicos, arrumar umas pontas em outras coisas pra fazer e tal, mas acho que dá pra viver de boa. O que dá raiva, nem é o salário baixo, mas sim a quantidade de serviço que o professor leva pra casa e não recebe por isso. Só isso que é foda, mas enfim, uma hora alguém vai se dar conta disso, já que os professores estão sendo extintos (ainda mais que o curso de Letras do Unifor fechou) e então eles vão ter que oferecer condições trabalhistas melhores para incentivar mais gente a entrar na área. Tenho fé.
Profissionalmente, 2010 foi um grande salto para mim. Agora não consigo me imaginar fazendo outra coisa. Ano que vem, quero estar em outra estação, desenvolver novos projetos, corrigir os erros e aplicar a experiência obtida. O caminho é longo eu sei, mas quem disse que eu quero chegar em algum final? A graça da vida é percorrer sem parar, se eu alcançar um objetivo a vida vai ser um tédio depois disso.... eu não quero ter que pagar o François pra publicar fotos minhas pra mostrar pra todo mundo que eu sou feliz. Se eu chegar a este ponto, metam-me uma bala na cabeça e mostrem esse post como álibi.
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Gossip Boy
Estou aproveitando minha última folga antes das férias para escrever merdas. Pensei em algo legal e não tem nada. Projetos literários só para janeiro de 2011. Então, vou fazer umas psicanálises sobre minha pessoa.
Eu tenho fama de fofoqueiro. Mas no fundo eu admito que eu não sou.
"HIPÓCRITA!" Foi o que você gritou né. Deixe-me justificar:
Eu comento sim, e muito até, da vida dos outros. É só surgir o assunto a tona eu vou lá dar a minha tese sobre o caso. Mas pra mim, fofoqueiro é aquele que libera os segredos dos outros. Eu nunca trai a confiança de alguém. Isso é fato. Quando a pessoa envolvida me conta um segredo, eu não espalho nem a pau. Ainda mais que ela vai saber de cara que fui eu que contei e eu vou perder a confiança da mesma. Agora o que acontece, é que as pessoas não contam as coisas pra mim, com medo de eu espalhar, ae na hora que já ta todo mundo sabendo, eu descubro, ae também começo a comentar sobre o ocorrido, e isso só diminui a minha credibilidade. Como a pessoa não confiou em mim para portar aquele conhecimento particular, eu sinto que a coisa já se tornou pública. É um dilema estranho né. Ninguém é obrigado a contar nada da sua vida pra ninguém. Todo mundo tem seus crimes ocultos e afins. Mas tem hora que eu me sinto a pior pessoa do mundo quando descubro uma treta gravíssima de algum amigo meu por ouvidos de terceiros. Sinto que ele não me julgou confiável o suficiente para compartilhar aquilo comigo. Tudo se resumiria na Lei "A fala é prata o silêncio é ouro", algo assim. Mas na prática é difícil.
Exceto quando o segredo é um corete de Estado. Ae sim tem que aproveitá-lo ao máximo para dar uns bons e velhos BURNS na pessoa.
Resumindo a ideia é a seguinte: se você precisar desabafar algo, problemas no amor, financeiros, doenças, pode falar comigo. Eu prometo sigilo. Não deixe eu ficar sabendo por terceiros ou quartos porque assim eu vou me sentir escroto e minha curiosidade infinita vai falar mais alto e eu vou especular até falar chega e depois vou me sentir um lixo.
Fim.
(Esse post não é uma indireta pra ninguém ou algum fato casual. É só pq eu comecei a lembrar de várias tretas passadas que eu acabei sendo o último a saber e me senti idiota).
Agora vou falar de coisas boas.
>>Glee
O seriado que tá bão viu.
>>Negima
O mangá que tá bão viu.
>>Zebellion
Faltam 25 dias. Eu não vou perdoar a ausência de nenhum amigo. Eu estou muito empolgado com a FESTA DOS DESASTRES. Espero que o povo coopere.
>> O que falta para eu entrar de férias:
Aplicar 412 provas
Corrigir 412 provas
Lançar as notas do 4º Bimestre em 12 diários
Lançar as faltas do 4º Bimestre em 12 diários
Somar todas as notas do ano em 12 diários
Aplicar provas do Streamline
Finalizar as aulas particulares dos moleques que estão de recuperação anual
Ensaiar pro teatro da formatura dos alunos do Quinto Ano.
Fazer Teatro durante a formatura.
Ajudar na ornamentação da formatura.
Fazer panfletagem no centro.
Separar os trabalhos dos alunos da Educação infantil por nome e ordem alfabética
Finalizar Diários do Polivalente.
(Fiz isso só pra lembrar minhas obrigações profissionais)
E no meio de tudo isso ainda tem a visita do RDR ao RCT de Formiga. Preciso da ajuda dos meus companheiros urgente.
Eu tenho fama de fofoqueiro. Mas no fundo eu admito que eu não sou.
"HIPÓCRITA!" Foi o que você gritou né. Deixe-me justificar:
Eu comento sim, e muito até, da vida dos outros. É só surgir o assunto a tona eu vou lá dar a minha tese sobre o caso. Mas pra mim, fofoqueiro é aquele que libera os segredos dos outros. Eu nunca trai a confiança de alguém. Isso é fato. Quando a pessoa envolvida me conta um segredo, eu não espalho nem a pau. Ainda mais que ela vai saber de cara que fui eu que contei e eu vou perder a confiança da mesma. Agora o que acontece, é que as pessoas não contam as coisas pra mim, com medo de eu espalhar, ae na hora que já ta todo mundo sabendo, eu descubro, ae também começo a comentar sobre o ocorrido, e isso só diminui a minha credibilidade. Como a pessoa não confiou em mim para portar aquele conhecimento particular, eu sinto que a coisa já se tornou pública. É um dilema estranho né. Ninguém é obrigado a contar nada da sua vida pra ninguém. Todo mundo tem seus crimes ocultos e afins. Mas tem hora que eu me sinto a pior pessoa do mundo quando descubro uma treta gravíssima de algum amigo meu por ouvidos de terceiros. Sinto que ele não me julgou confiável o suficiente para compartilhar aquilo comigo. Tudo se resumiria na Lei "A fala é prata o silêncio é ouro", algo assim. Mas na prática é difícil.
Exceto quando o segredo é um corete de Estado. Ae sim tem que aproveitá-lo ao máximo para dar uns bons e velhos BURNS na pessoa.
Resumindo a ideia é a seguinte: se você precisar desabafar algo, problemas no amor, financeiros, doenças, pode falar comigo. Eu prometo sigilo. Não deixe eu ficar sabendo por terceiros ou quartos porque assim eu vou me sentir escroto e minha curiosidade infinita vai falar mais alto e eu vou especular até falar chega e depois vou me sentir um lixo.
Fim.
(Esse post não é uma indireta pra ninguém ou algum fato casual. É só pq eu comecei a lembrar de várias tretas passadas que eu acabei sendo o último a saber e me senti idiota).
Agora vou falar de coisas boas.
>>Glee
O seriado que tá bão viu.
>>Negima
O mangá que tá bão viu.
>>Zebellion
Faltam 25 dias. Eu não vou perdoar a ausência de nenhum amigo. Eu estou muito empolgado com a FESTA DOS DESASTRES. Espero que o povo coopere.
>> O que falta para eu entrar de férias:
Aplicar 412 provas
Corrigir 412 provas
Lançar as notas do 4º Bimestre em 12 diários
Lançar as faltas do 4º Bimestre em 12 diários
Somar todas as notas do ano em 12 diários
Aplicar provas do Streamline
Finalizar as aulas particulares dos moleques que estão de recuperação anual
Ensaiar pro teatro da formatura dos alunos do Quinto Ano.
Fazer Teatro durante a formatura.
Ajudar na ornamentação da formatura.
Fazer panfletagem no centro.
Separar os trabalhos dos alunos da Educação infantil por nome e ordem alfabética
Finalizar Diários do Polivalente.
(Fiz isso só pra lembrar minhas obrigações profissionais)
E no meio de tudo isso ainda tem a visita do RDR ao RCT de Formiga. Preciso da ajuda dos meus companheiros urgente.
sábado, 4 de dezembro de 2010
Time is Running Out
To cheio de coisas pra falar mas to sem tempo até pra postar. To corrigindo provas até enquanto eu durmo ou como.
Só queria comentar que ri muito do MK Vera essa semana. È massa como a gente esquece em menos de 24 horas o que aconteceu e nos focamos em brigar entre nós mesmos.
Falta muito pouco pro Zebéllion. Quero sair com o Marcelo ou com o Glória no Inimigo Oculto. Por mim eu ia na segunda. Quero ficar de barriga pra cima naquela rede, falando merda o dia inteiro e respirando o ar doce da selva.
Vou ter que ser José (pai de Jesus) no teatrinho da formatura dos meninos do Corujinha. Eu aviso vocês pra irem lá rir de mim okay?
Chili Kisses
Só queria comentar que ri muito do MK Vera essa semana. È massa como a gente esquece em menos de 24 horas o que aconteceu e nos focamos em brigar entre nós mesmos.
Falta muito pouco pro Zebéllion. Quero sair com o Marcelo ou com o Glória no Inimigo Oculto. Por mim eu ia na segunda. Quero ficar de barriga pra cima naquela rede, falando merda o dia inteiro e respirando o ar doce da selva.
Vou ter que ser José (pai de Jesus) no teatrinho da formatura dos meninos do Corujinha. Eu aviso vocês pra irem lá rir de mim okay?
Chili Kisses
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