Claro que todo mundo sabe a diferença entre o charme e o funk (um anda bonito, o outro elegante), quem assiste Hermes e Renato sabe que Quarto e Vaga são duas coisas completamente distintas e eu e o Thalles aprendemos que Silk é diferente de Transfer. Ontem o Bruno Gouvea do Biquini Cavadão me ensinou a diferença entre cover e versão.
Tudo começou com o Verde me chamando pra ir ao show do Biquini Cavadão. O pacote tava 60 mil réis. Fiquei triste por ser pobre, amaldiçoei o meu destino e não pude ir. No sábado o Cambota me falou que tavam vendendo a 20 só para o Biquini e comprei na hora. Enfim, cheguei ao show e já de quebra a banda lascou 5 covers transados do novo cd deles (José Zeraldo, Índios, Tempos Modernos, Música Urbana e Inútil) pulei igual uma puta doida. A presença e a animação do Bruno merecem total atenção. O cara tem as manhãs e é responsa. Sem contar o carinho dele com a plateia (Ta certo que ele nos jogou um balde dágua na música "Chove Chuva", mas isso faz parte do show) e sempre agradecendo o público formiguense. Teve uma hora que ele queria ser carregado pelo público, eu estava lá na frente com a Aline e nós não demos conta de segurá-lo. Foi um epic fail. Também, quem manda ficar comendo salgadinhos da Delourdes no camarim. Por falar na Aline, essa interactiana foi a escolhida pra subir no palco e cantar "No mundo da Lua". Ela mandou bem e não ficou com vergonha da "presença de palco". Depois ela ficou lá tocando meia lua, apresentou a banda, virou dançarina, etc... achei que ela não ia descer mais.
Voltemos ao início do post. Pós show, entrei no camarim. Dessa vez sem brigar com seguranças e sem tomar spray de pimenta na cara. Foi trankx.
Eu tava com uma dúvida há muito tempo: queria saber se a música Corredor X do Biquini realmente foi feita pro Corredor X do Speed Racer. Perguntei ao Brunão e ele me disse que era pro Airton Sena, mas que ele gostava de Speed Racer e tal. Depois elogiei os cds antigos deles, falei que Domingo e Insegurança eram umas das minhas canções favoritas e tal e depois elogiei o cover que ele fez do Supla.
Bruno: Cover não!
Eu: Fez sim, dá música Humanos e tal.
Bruno: Sim, ela ta no nosso novo cd, mas não é cover. Cover é quando você toca EXATAMENTE igual.
Eu: Então seria uma versão?
Bruno: Isso garoto esperto! (esse elogio é mentira)
Eu: A tah. Bem que voces poderiam ter tocado este cover...
Bruno: Versão
Eu: ...é, essa versão do Supla no show.
Bruno: Pois é, mas ninguém conhece o Papito, então optamos por músicas mais conhecidas.
Depois ele me falou que gostava de Red Hot. Nossa conversa foi interrompida pq o Guitarrista Coelho me mandou levantar da caixa de cerveja para ele pegar um drink.
Pedi brindes pra todos os integrantes e não ganhei nada.
Fim.
Anexo:
Minha camisa do RHCP ta virando um amuleto de shows pra mim. Quando chego de um show de rock e tiro ela enxarcada de suor me dá um orgulho. Fico pensando no tanto de energia minha que essa camisa já sugou. Vou começar a usá-la só em shows agora para não a gastar.
Enfim, amanhã farei o meu post de fim de ano (será gigante) e só quero dizer que essa vida boemia ta me matando. Desde o fim das aulas eu não to tendo descanço um só dia. Teve uma semana que fui a 5 formaturas/festas e agora esse povo da Praça ta com um fogo no tobas que até na noite de Natal eles estavam lá até 4 horas da manhã. Sem contar que ontem, às 1 e 30 da madrugada, a gente tava brincando de pique-esconde valendo a cidade inteira (só que de carro).
See you, Space Cowboy
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Rapidinha
Aconteceu TANTA coisa nos últimos sete dias que eu nunca conseguiria postar tudo.
Vou sintetizar o máximo pq foi legal e merece ser publicado no blog.
Quinta teve a formatura da turma de ciencias da computação.
Depois de fazermos de tudo pra entrar (inclusive subornar o garçon) aproveitamos a festa ao máximo e no final o povo bebeu tanto que teve gente que saiu da festa fantasiado de super-homen com os enfeites da mesa.
Na sexta teve a formatura do Marlon e ele nos convidou pra ir na casa dele comer pao de queijo com pernil e salgadinhos fodásticos. Enchi a lot.
Sábado tive que maiar no hospital, fiquei com sono pacas, mas o tempo passou rapido depois que o MK Vera chegou lá com um picolé de banana e um açãí pra mim.
Depois a noite ainda teve a formatura do Sorriso e eu nunca comi tanta pizza numa noite só. Sem contar os petiscos de mortandenla e queijo.
Domingo churrasco no Vitor.
Enfim, foram diversos dias de festa e eu engordei dois quilos.
É legal ver o povo da turma ganhando o grau de nível superior. Da imprensão que o MK Vera ta ficando mais poderoso. Parabéns aos formandos Vitor, Natália, Marlon, Dani, Sorriso, Breno e ao meu primo Henrique. Agora é bola pra frente.
Agora a melhor parte da nova semana: a missão de reconhecimento a roça de Cunhas onde passaremos o Farmvellion.
O Fusca do zózimo é muito massa.
Era uma daquelas segundas que nada era pra dar certo.
Pra começar o pneu furou, teve de ser trocado pela inexperiencia do g-sus e na rodoviária tomamos uma blitz. Ao chegar no vilarejo de Albertos, com o som do Nevermind do Nirvana no talo, o povo começou a sair pra fora de casa, chamaram a polícia, contaram pros vizinhos, etc.
Enfim, a roça é muito massa! Convido todos os leitores que quiserem desfrutrar de um feriadao na beira dagua com frutas tropicais e diversos atrativos a me pagarem a quantia de 30 reais até o dia 26.
Sem mais a falar, eu Lalinho lavro a seguinte ata que depois de lida será comentada.
Vou sintetizar o máximo pq foi legal e merece ser publicado no blog.
Quinta teve a formatura da turma de ciencias da computação.
Depois de fazermos de tudo pra entrar (inclusive subornar o garçon) aproveitamos a festa ao máximo e no final o povo bebeu tanto que teve gente que saiu da festa fantasiado de super-homen com os enfeites da mesa.
Na sexta teve a formatura do Marlon e ele nos convidou pra ir na casa dele comer pao de queijo com pernil e salgadinhos fodásticos. Enchi a lot.
Sábado tive que maiar no hospital, fiquei com sono pacas, mas o tempo passou rapido depois que o MK Vera chegou lá com um picolé de banana e um açãí pra mim.
Depois a noite ainda teve a formatura do Sorriso e eu nunca comi tanta pizza numa noite só. Sem contar os petiscos de mortandenla e queijo.
Domingo churrasco no Vitor.
Enfim, foram diversos dias de festa e eu engordei dois quilos.
É legal ver o povo da turma ganhando o grau de nível superior. Da imprensão que o MK Vera ta ficando mais poderoso. Parabéns aos formandos Vitor, Natália, Marlon, Dani, Sorriso, Breno e ao meu primo Henrique. Agora é bola pra frente.
Agora a melhor parte da nova semana: a missão de reconhecimento a roça de Cunhas onde passaremos o Farmvellion.
O Fusca do zózimo é muito massa.
Era uma daquelas segundas que nada era pra dar certo.
Pra começar o pneu furou, teve de ser trocado pela inexperiencia do g-sus e na rodoviária tomamos uma blitz. Ao chegar no vilarejo de Albertos, com o som do Nevermind do Nirvana no talo, o povo começou a sair pra fora de casa, chamaram a polícia, contaram pros vizinhos, etc.
Enfim, a roça é muito massa! Convido todos os leitores que quiserem desfrutrar de um feriadao na beira dagua com frutas tropicais e diversos atrativos a me pagarem a quantia de 30 reais até o dia 26.
Sem mais a falar, eu Lalinho lavro a seguinte ata que depois de lida será comentada.
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Formatura
Antes de iniciar este post eu vou dizer que eu estou quebrando a minha regra de dar sequencia a vários causocronicas de personalidades juvenis formiguenses apenas por se tratar de uma data especial e única na minha vida.
Formatura.
Todo estudante sonha desesperadamente com esse momento. O meu chegou mais rápido do que imaginei.
Enquanto estava lá em cima do palco, vestido com a beca e morrendo de calor, eu comecei a pensar o que teria sido de mim nos três últimos anos se eu não tivesse entrado na faculdade. Talvez eu já tivesse meu próprio carro. E só.
Foi muito dificil resistir a essa rotina exaustiva que é fazer um curso superior e é nessas horas que vemos o tanto que nossa família se importa conosco ao aceitar passar por dificuldades para nos ajudar a conquistar esse mérito.
Fico olhando paras as paredes da minha casa, todas trincadas e descascando e lembro da minhã mãe falando: quando o Eulálio formar a gente pinta, agora não podemos nos dar ao luxo. Agora estou ansioso para ve-las pintadas. Sinto que elas são como cicatrizes dessa batalha que agora já faz parte do passado.
Acredito que essa vitória não é minha e sim do meu pai. Ele encerrou hoje a sua missão paterna. Um filho com casa própria e o outro graduado. Agora ambos já temos a base para caminharmos sozinhos e só tenho que agradecer por ter tido uma boa formação e carinho da minha família.
O meu problema foi que eu fiquei mais feliz com a apresentação do TCC do que com a formatura em si. E a minha ganância por conhecimento, de continuar seguindo adiante investindo em pós e quem sabe em um mestrado me atrapalhou em aproveitar o momento presente.
Quanto a cerimônia:
- Chata para cacilda
- Eu entrei com a bandeira. Foi muito style, mas meus braços deram caimbra de ficar segurando ela na mesma posição enquanto o povo cantava o hino.
- Fazer pipi de Beca é impossível. Tive que resistir 5 horas.
- Tédio mortal.
Quanto aos convidados:
- Nossa turma é a mais massa DO MUNDO. Cada hora eu rachava das proezas do MK Vera sentado ao fundo. Teve uma hora que eles tavam fazendo um L-A-L-I-N-H-O em estilo Cheerleader com os braços, rachei os thallos.
- O povo da minha sala morreu de inveja da gangue que eu levei. Várias vezes eles perguntaram "você pagou o povo pra vir aqui gritar seu nome?"
- Pena que muitos amigos não puderam ir... mas acredito que se eles tivessem condições eles estariam lá com certeza.
Quanto a festa:
- Pagar R$ 1800 para um baile e ter acesso a 10 convites, sendo que deste montante, 5 vai pra família que praticamente fica sentada a festa inteira não é um bom negócio.
- Preferi chamar o povo pra vir aqui em casa comer a galinha da minha mãe mesmo. Será que eles gostaram?
Retrospectiva: Curriculum Lates
Nesses três anos eu pude fazer muita coisa legal. Uma delas foi trabalhar no jornal "O Pergaminho" e na revista "A par". Já cansei de falar dessa experiência aqui, mas só que já trabalhou em uma redação para saber o tanto que o trabalho é gratificante. É tão legal quando alguém chega e fala "nossa, adorei aquela matéria, parabéns". Enfim, foi legal.
Eu pude também trabalhar na organização de um livro.
Conheci a poetisa Adélia Prado.
Conheci o Marco Túlio Costa e o Wilson Liberato.
Escrevi três peças de teatro para a Noite de Todas as Letras.
Dei aula no Colégio de Aplicação e foi legal pra caramba.
Enfim, valeu a pena.
Futuroexpectativa
Agora eu tenho que aguardar as designações do Estado para ir catando umas aulinhas ou aparecer uma chance de dar aula em uma escola particular (o que seria meu sonho). Nos momemtos vagos vou continuar estudando para estar preparado para um concurso. Vou divulgar mais as aulas particulares também, elas até que estão rendendo uns bons trocados.
Uma coisa que está me animando é a pós em Revisão de Texto que vai ter no Unifor. Só não vou depositar minhas expectativas nela porque sei que é muito dificil formar turma pra esses cursos, mas vou fazer minha inscrição e divulgar gratuitamente.
Enfim, postei demais e to morrendo de sono.
Obrigado a todos que foram! Até mais.
Próxima história: Fuscão Preto.
Formatura.
Todo estudante sonha desesperadamente com esse momento. O meu chegou mais rápido do que imaginei.
Enquanto estava lá em cima do palco, vestido com a beca e morrendo de calor, eu comecei a pensar o que teria sido de mim nos três últimos anos se eu não tivesse entrado na faculdade. Talvez eu já tivesse meu próprio carro. E só.
Foi muito dificil resistir a essa rotina exaustiva que é fazer um curso superior e é nessas horas que vemos o tanto que nossa família se importa conosco ao aceitar passar por dificuldades para nos ajudar a conquistar esse mérito.
Fico olhando paras as paredes da minha casa, todas trincadas e descascando e lembro da minhã mãe falando: quando o Eulálio formar a gente pinta, agora não podemos nos dar ao luxo. Agora estou ansioso para ve-las pintadas. Sinto que elas são como cicatrizes dessa batalha que agora já faz parte do passado.
Acredito que essa vitória não é minha e sim do meu pai. Ele encerrou hoje a sua missão paterna. Um filho com casa própria e o outro graduado. Agora ambos já temos a base para caminharmos sozinhos e só tenho que agradecer por ter tido uma boa formação e carinho da minha família.
O meu problema foi que eu fiquei mais feliz com a apresentação do TCC do que com a formatura em si. E a minha ganância por conhecimento, de continuar seguindo adiante investindo em pós e quem sabe em um mestrado me atrapalhou em aproveitar o momento presente.
Quanto a cerimônia:
- Chata para cacilda
- Eu entrei com a bandeira. Foi muito style, mas meus braços deram caimbra de ficar segurando ela na mesma posição enquanto o povo cantava o hino.
- Fazer pipi de Beca é impossível. Tive que resistir 5 horas.
- Tédio mortal.
Quanto aos convidados:
- Nossa turma é a mais massa DO MUNDO. Cada hora eu rachava das proezas do MK Vera sentado ao fundo. Teve uma hora que eles tavam fazendo um L-A-L-I-N-H-O em estilo Cheerleader com os braços, rachei os thallos.
- O povo da minha sala morreu de inveja da gangue que eu levei. Várias vezes eles perguntaram "você pagou o povo pra vir aqui gritar seu nome?"
- Pena que muitos amigos não puderam ir... mas acredito que se eles tivessem condições eles estariam lá com certeza.
Quanto a festa:
- Pagar R$ 1800 para um baile e ter acesso a 10 convites, sendo que deste montante, 5 vai pra família que praticamente fica sentada a festa inteira não é um bom negócio.
- Preferi chamar o povo pra vir aqui em casa comer a galinha da minha mãe mesmo. Será que eles gostaram?
Retrospectiva: Curriculum Lates
Nesses três anos eu pude fazer muita coisa legal. Uma delas foi trabalhar no jornal "O Pergaminho" e na revista "A par". Já cansei de falar dessa experiência aqui, mas só que já trabalhou em uma redação para saber o tanto que o trabalho é gratificante. É tão legal quando alguém chega e fala "nossa, adorei aquela matéria, parabéns". Enfim, foi legal.
Eu pude também trabalhar na organização de um livro.
Conheci a poetisa Adélia Prado.
Conheci o Marco Túlio Costa e o Wilson Liberato.
Escrevi três peças de teatro para a Noite de Todas as Letras.
Dei aula no Colégio de Aplicação e foi legal pra caramba.
Enfim, valeu a pena.
Futuroexpectativa
Agora eu tenho que aguardar as designações do Estado para ir catando umas aulinhas ou aparecer uma chance de dar aula em uma escola particular (o que seria meu sonho). Nos momemtos vagos vou continuar estudando para estar preparado para um concurso. Vou divulgar mais as aulas particulares também, elas até que estão rendendo uns bons trocados.
Uma coisa que está me animando é a pós em Revisão de Texto que vai ter no Unifor. Só não vou depositar minhas expectativas nela porque sei que é muito dificil formar turma pra esses cursos, mas vou fazer minha inscrição e divulgar gratuitamente.
Enfim, postei demais e to morrendo de sono.
Obrigado a todos que foram! Até mais.
Próxima história: Fuscão Preto.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Adeus John Frusciante, bem vindo Josh Klinghoffer
É,depois de um ano de lenga lenga e fazendo cu doce, o guitarrista John Frusciante deixou os Red Hot Chili Peppers. As fontes ainda são meio incertas, mas pelo visto é verdade mesmo.
O que me alegra é saber que o Josh Klinghoffer assumirá o cargo.
Para quem não conhece o mancebo, apresentá-lo-ei.
Josh Klinghoffer é membro da Bicycle Thief, uma banda muito transada e irada que vale a pena ser ouvida. Ele também participa junto com o John em alguns dos seus projetos solos e os dois são membros do Ataxia.
Em 2006 ele saiu com os Peppers na turnê do Stadium Arcadium e tocou guitarra em alguns shows. Foi muito legal, pois algumas músicas que foram gravadas com duas guitarras em estúdio e nunca foram tocadas ao vivo como This Velvet Glove, Sex Rap, Catholic School Girls Rule e So Much I puderam ser presenciadas no palco.
Muitos fãs cogitaram a possibilidade do Josh virar o quinto membro da banda. Eu acharia magnífico. Outros entretanto torceram o nariz e falaram que Red Hot possuem o quadrado mágico e todos os membros são fundamentais para um bom som.
Eu sou contra.
Não é a primeira vez que o John sai da banda. Em 1992 quando ele vazouno ápice da turnê do Blood Sugar Sex Magik por causa das drogas, parecia o fim da banda, mas o Dave Navarro soube ocupar bem o cargo. Não era bem o estilo musical favorito dele, mas o cd seguinte, o One Hot Minute, ficou um execelente trabalho. Ele é todo melancólico e mostra a agressividade interna da banda mesclada com ritmos suaves. É um disco fundamental para qualquer amante de boa música.
Acredito sim no potencial do Josh e sei que ele poderá contribuir muito para a banda.
Quando ao John ele quer se dedicar aos trabalhos solos dele. Também sou a favor.
O último cd do John, o Empyrean, é todo místico e nos remete a muita literatura como a Divina Comédia e afins. O cd Curtains e o the Sphere dele também são obras primas que estão em abundância no meu media player.
Resta agora esperar e conferir o resultado da mudança.
Só não quero que a banda acabe.
O que me alegra é saber que o Josh Klinghoffer assumirá o cargo.
Para quem não conhece o mancebo, apresentá-lo-ei.
Josh Klinghoffer é membro da Bicycle Thief, uma banda muito transada e irada que vale a pena ser ouvida. Ele também participa junto com o John em alguns dos seus projetos solos e os dois são membros do Ataxia.
Em 2006 ele saiu com os Peppers na turnê do Stadium Arcadium e tocou guitarra em alguns shows. Foi muito legal, pois algumas músicas que foram gravadas com duas guitarras em estúdio e nunca foram tocadas ao vivo como This Velvet Glove, Sex Rap, Catholic School Girls Rule e So Much I puderam ser presenciadas no palco.
Muitos fãs cogitaram a possibilidade do Josh virar o quinto membro da banda. Eu acharia magnífico. Outros entretanto torceram o nariz e falaram que Red Hot possuem o quadrado mágico e todos os membros são fundamentais para um bom som.
Eu sou contra.
Não é a primeira vez que o John sai da banda. Em 1992 quando ele vazouno ápice da turnê do Blood Sugar Sex Magik por causa das drogas, parecia o fim da banda, mas o Dave Navarro soube ocupar bem o cargo. Não era bem o estilo musical favorito dele, mas o cd seguinte, o One Hot Minute, ficou um execelente trabalho. Ele é todo melancólico e mostra a agressividade interna da banda mesclada com ritmos suaves. É um disco fundamental para qualquer amante de boa música.
Acredito sim no potencial do Josh e sei que ele poderá contribuir muito para a banda.
Quando ao John ele quer se dedicar aos trabalhos solos dele. Também sou a favor.
O último cd do John, o Empyrean, é todo místico e nos remete a muita literatura como a Divina Comédia e afins. O cd Curtains e o the Sphere dele também são obras primas que estão em abundância no meu media player.
Resta agora esperar e conferir o resultado da mudança.
Só não quero que a banda acabe.
sábado, 12 de dezembro de 2009
A batida de carne
Será que quem inventou as regras de etiqueta realmente acredita que o Silvio Santos não come coxa de galinha com as mãos e que a Sandy não tem coragem de catar pipoca do chão e comer? Não sei pra que tanta burocracia para tentar ser agradável para o público. Essas malditas regras são obstáculos para quem é convidado a jantar e ao mesmo tempo para quem esta recebendo visita e só servem para criar uma educação ilusória.
Uma vítima dessa necessidade de ser educado é o jovem Marquinhos, mais conhecido como Cafu (nome fictício; anagrama). Um dia, estando até altas horas da noite na casa de um amigo, sua mãe convidara-o para sentar a mesa e jantar com eles. Depois de recusar um pouquinho, ele aceitou a oferta e juntou-se a família para jantar. Se ele pudesse voltar no tempo, recusaria este convite com todas as suas forças.
A refeição estava apetitosa, exceto por um pedaço medonho de carne do qual Cafu não gostava e não estava apto a comer naquele momento. Ele olhava para o lado e via toda a família degustando-a com uma fome voraz, entretanto ele não tinha coragem de encarar e tentar engolir a carne. Pensou em dizer ser vegetariano, mas não colaria. Um vegetariano não coloca um pedaço de carne no seu prato. Queria deixar de lado, mas sabia que seria uma desfeita.
Milagrosamente uma ideia veio a sua cabeça: resolveu pegar um guardanapo e enrolar a carne nele sem que ninguém visse e depois colocou o petisco no bolso. Após concluir minuciosamente esta missão, finalizou sua refeição, agradeceu, e nem precisa citar que ele não quis comer uma segunda vez.
Altas horas da noite, o jovem Cafu decide voltar pra casa. Jovem ele já não era tanto, mas devido a sua baixa estatura física, sua idade caía para uns cinco anos a menos.
Enquanto caminhava por uma rua sombria e deserta, um carro da polícia parou ao seu lado e o abordou. O jovem, sem saber o que estava acontecendo e como não tinha nada a temer já que não portava drogas nem armas, resolveu não discutir e deixou que a polícia lhe desse uma batida rotineira.
Ele apenas esqueceu um pequeno detalhe que estava escondido no seu bolso. Quando o policial colocou a mão lá dentro e tirou um embrulho todo enrolado num guardanapo sua cara de satisfação foi tremenda e ele logo foi dizendo:
- Olha só o que temos aqui! Achamos um maconheirozinho de uma figa. Isso não são horas para ficar andando com drogas por aí. Vamos lá, me diga logo onde você conseguiu isso e o que estava fazendo com essa droga...
Porém a fala do policial foi interrompida pela sua própria cara de indignação quando abriu o pequeno embrulho e encontrou lá dentro um pedaço de carne, em contraste com a vermelhidão de vergonha da face de Marquinhos.
Sem saber o que dizer em sua defesa, Cafu optou pela verdade, por mais ridícula que ela fosse, e contou para o policial como aquela carne foi parar no seu bolso. Se o policial acreditou ou não, ninguém nunca saberá. Mas que ele ficou sem palavras para argumentar com Cafu, isso não gera dúvidas.
Uma vítima dessa necessidade de ser educado é o jovem Marquinhos, mais conhecido como Cafu (nome fictício; anagrama). Um dia, estando até altas horas da noite na casa de um amigo, sua mãe convidara-o para sentar a mesa e jantar com eles. Depois de recusar um pouquinho, ele aceitou a oferta e juntou-se a família para jantar. Se ele pudesse voltar no tempo, recusaria este convite com todas as suas forças.
A refeição estava apetitosa, exceto por um pedaço medonho de carne do qual Cafu não gostava e não estava apto a comer naquele momento. Ele olhava para o lado e via toda a família degustando-a com uma fome voraz, entretanto ele não tinha coragem de encarar e tentar engolir a carne. Pensou em dizer ser vegetariano, mas não colaria. Um vegetariano não coloca um pedaço de carne no seu prato. Queria deixar de lado, mas sabia que seria uma desfeita.
Milagrosamente uma ideia veio a sua cabeça: resolveu pegar um guardanapo e enrolar a carne nele sem que ninguém visse e depois colocou o petisco no bolso. Após concluir minuciosamente esta missão, finalizou sua refeição, agradeceu, e nem precisa citar que ele não quis comer uma segunda vez.
Altas horas da noite, o jovem Cafu decide voltar pra casa. Jovem ele já não era tanto, mas devido a sua baixa estatura física, sua idade caía para uns cinco anos a menos.
Enquanto caminhava por uma rua sombria e deserta, um carro da polícia parou ao seu lado e o abordou. O jovem, sem saber o que estava acontecendo e como não tinha nada a temer já que não portava drogas nem armas, resolveu não discutir e deixou que a polícia lhe desse uma batida rotineira.
Ele apenas esqueceu um pequeno detalhe que estava escondido no seu bolso. Quando o policial colocou a mão lá dentro e tirou um embrulho todo enrolado num guardanapo sua cara de satisfação foi tremenda e ele logo foi dizendo:
- Olha só o que temos aqui! Achamos um maconheirozinho de uma figa. Isso não são horas para ficar andando com drogas por aí. Vamos lá, me diga logo onde você conseguiu isso e o que estava fazendo com essa droga...
Porém a fala do policial foi interrompida pela sua própria cara de indignação quando abriu o pequeno embrulho e encontrou lá dentro um pedaço de carne, em contraste com a vermelhidão de vergonha da face de Marquinhos.
Sem saber o que dizer em sua defesa, Cafu optou pela verdade, por mais ridícula que ela fosse, e contou para o policial como aquela carne foi parar no seu bolso. Se o policial acreditou ou não, ninguém nunca saberá. Mas que ele ficou sem palavras para argumentar com Cafu, isso não gera dúvidas.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
A mulher fogosa do Jazz
Todo mundo já teve uma desventura amorosa-afetivo-sexual em sua vida. Quem nunca bebeu e terminou a festa brincando de São Jorge que suspenda o álcool. Alguns têm coragem de contar, outros levam esse segredo para o caixão e alguns outros contam só pro Fuca e ele tira um print screen e divulga pra toda a rede social-virtual. Eu me encaixo no último caso.
Se o meu problema fosse o excesso de álcool no corpo eu teria bom álibi, porém, na época eu não bebia nem vinho (e hoje eu bebo só porque o Dr. Raimundo falou que é bom pro coração). O que aconteceu foi puro instinto idiota mesmo.
Para quem não conhece ou não teve infância, o Jazz era a creche das perversões. Dificilmente se encontrava alguém com mais de 18 anos no recinto e era o point ideal para as crianças irem beber escondidas de seus pais e tirarem fotos pro flashoeste escondendo os copos.
E em um dia de tédio, resolvi ir me divertir no Jazz. Divertir era uma palavra meio pesada. Raras vezes lá tinha um showzinho de rock ou coisa de qualidade. Era sempre DJ alguma coisa e as mesmas músicas. Mas entre ficar em casa ou ir procurar umas piriguetes no Jazz, o instinto carnal falou mais alto.
Não posso deixar de citar as pré-festas. Ás vezes elas eram mais divertidas do que a própria festa em si e é numa delas que as cortinas do espetáculo que vou narrar se abrem. Quantas vezes já chegamos na porta e tínhamos que voltar pra carregar um amigo que passou mal e não conseguiu nem entrar no estabelecimento? Mas isso é outra história, agora é a história daquela menina.
Aquela menina que ninguém quer pegar, mas todo mundo já pegou. Aquela que te come com o olho e que é quente por dentro. Tão quente que você dá um abraço nela e seu filme é queimado instantaneamente e você nunca mais consegue catar outra mulher na vida. Aquela menina que não existem adjetivos negativos para denegrir a sua beleza, exatamente pela falta desta qualidade. Exato, essa mesma que você pensou.
Pois é. Lá estava ela sozinha, clamando por um príncipe encantando e mandando os amigos dela chegarem pra mim e falarem que ela estava super afim de mim e que estava apaixonada. Recusei, recusei, recusei, pens..., recusei, cheguei a cogitar uma hip... recusei e fomos pro Jazz. Ela, tonta, aperta minha bunda no meio do caminho. Assustei. Uma esquina depois ela tenta me beijar a força, empurrei-a, e ela começou a chorar. Meu pobre coração com buraquinhos ficou com dó. Chegamos ao Jazz, estava bem vazio. Olhei pra vizinhança não tinha nenhuma mulher acessível pro meu nível e sabia que ia sair de lá sem pegar nenhuma birisquete.
Resolvi vencer o preconceito e aceitar a missão de ficar com a mulher fogosa. Sabia que seria coretado no outro dia, mas como já estava determinado nem pensei em desculpas e iria assumir que fui fraco e que peguei a menina mesmo.
Enfim, vamos ao romance. Cheguei perto dela, falei oi e não lembro de mais nada. Só lembro da minha falta de ar, mas ao mesmo tempo meus pulmões recebiam oxigênio boca a boca. Lembro das minhas costas esfolando na parede, do gosto ruim de cigarro (sim, ela fumava) e deu tentando escapar mas a criatura parecia ter oito braços e me deu uma prendida das bens boas (ruins).
Após esse beijo ultrarromântico, virei de costas e fugi, fui dar uma voltinha. Ela me seguia por onde eu ia. Às vezes eu entrava no banheiro e ficava lá horas e horas, a danada na porta. Rezei aos céus para que ela fosse embora, nada. Um amigo meu estava com outra donzela e a gente ia subir junto. Finda a festa, saímos do recinto e enquanto ele dava uns pegas de despedida na menina, fui levar a mulher fogosa até a esquina.
No último amasso, ela olha pra mim e fala:
- Nossa sabe, gostei muito de ter ficado com você, foi como um sonho pra mim sabe. Você é tão gentil, educado, bonitinho, te achei muito especial.
- Obrigado – respondi e pensei em falar “digo o mesmo de você”, mas minha ironia não chegava a tal ponto – até que foi legal.
- Sabe, eu não queria muito ir embora porque eu tô sozinha lá em casa. Vou ter que dormir sozinha lá...
Na hora eu senti a indireta, mas como precisava de uma resposta rápida para a intimação a primeira coisa que veio a minha cabeça foi:
- Você num tem medo não?
Ela pelo visto não esperava essa reação minha. Ela fez uma cara de “e agora?” e respondeu:
- Uai, medo medo eu não tenho não, já to acostumada. Mas é ruim dormir sozinha né.
- Que bom então uai, se você já ta acostumada não tem problema. Boa noite e tenha bons sonhos.
No outro dia eu fui zoado não por ter pegado ela, mas por ter recusado uma oferta pecaminosa.
Se o meu problema fosse o excesso de álcool no corpo eu teria bom álibi, porém, na época eu não bebia nem vinho (e hoje eu bebo só porque o Dr. Raimundo falou que é bom pro coração). O que aconteceu foi puro instinto idiota mesmo.
Para quem não conhece ou não teve infância, o Jazz era a creche das perversões. Dificilmente se encontrava alguém com mais de 18 anos no recinto e era o point ideal para as crianças irem beber escondidas de seus pais e tirarem fotos pro flashoeste escondendo os copos.
E em um dia de tédio, resolvi ir me divertir no Jazz. Divertir era uma palavra meio pesada. Raras vezes lá tinha um showzinho de rock ou coisa de qualidade. Era sempre DJ alguma coisa e as mesmas músicas. Mas entre ficar em casa ou ir procurar umas piriguetes no Jazz, o instinto carnal falou mais alto.
Não posso deixar de citar as pré-festas. Ás vezes elas eram mais divertidas do que a própria festa em si e é numa delas que as cortinas do espetáculo que vou narrar se abrem. Quantas vezes já chegamos na porta e tínhamos que voltar pra carregar um amigo que passou mal e não conseguiu nem entrar no estabelecimento? Mas isso é outra história, agora é a história daquela menina.
Aquela menina que ninguém quer pegar, mas todo mundo já pegou. Aquela que te come com o olho e que é quente por dentro. Tão quente que você dá um abraço nela e seu filme é queimado instantaneamente e você nunca mais consegue catar outra mulher na vida. Aquela menina que não existem adjetivos negativos para denegrir a sua beleza, exatamente pela falta desta qualidade. Exato, essa mesma que você pensou.
Pois é. Lá estava ela sozinha, clamando por um príncipe encantando e mandando os amigos dela chegarem pra mim e falarem que ela estava super afim de mim e que estava apaixonada. Recusei, recusei, recusei, pens..., recusei, cheguei a cogitar uma hip... recusei e fomos pro Jazz. Ela, tonta, aperta minha bunda no meio do caminho. Assustei. Uma esquina depois ela tenta me beijar a força, empurrei-a, e ela começou a chorar. Meu pobre coração com buraquinhos ficou com dó. Chegamos ao Jazz, estava bem vazio. Olhei pra vizinhança não tinha nenhuma mulher acessível pro meu nível e sabia que ia sair de lá sem pegar nenhuma birisquete.
Resolvi vencer o preconceito e aceitar a missão de ficar com a mulher fogosa. Sabia que seria coretado no outro dia, mas como já estava determinado nem pensei em desculpas e iria assumir que fui fraco e que peguei a menina mesmo.
Enfim, vamos ao romance. Cheguei perto dela, falei oi e não lembro de mais nada. Só lembro da minha falta de ar, mas ao mesmo tempo meus pulmões recebiam oxigênio boca a boca. Lembro das minhas costas esfolando na parede, do gosto ruim de cigarro (sim, ela fumava) e deu tentando escapar mas a criatura parecia ter oito braços e me deu uma prendida das bens boas (ruins).
Após esse beijo ultrarromântico, virei de costas e fugi, fui dar uma voltinha. Ela me seguia por onde eu ia. Às vezes eu entrava no banheiro e ficava lá horas e horas, a danada na porta. Rezei aos céus para que ela fosse embora, nada. Um amigo meu estava com outra donzela e a gente ia subir junto. Finda a festa, saímos do recinto e enquanto ele dava uns pegas de despedida na menina, fui levar a mulher fogosa até a esquina.
No último amasso, ela olha pra mim e fala:
- Nossa sabe, gostei muito de ter ficado com você, foi como um sonho pra mim sabe. Você é tão gentil, educado, bonitinho, te achei muito especial.
- Obrigado – respondi e pensei em falar “digo o mesmo de você”, mas minha ironia não chegava a tal ponto – até que foi legal.
- Sabe, eu não queria muito ir embora porque eu tô sozinha lá em casa. Vou ter que dormir sozinha lá...
Na hora eu senti a indireta, mas como precisava de uma resposta rápida para a intimação a primeira coisa que veio a minha cabeça foi:
- Você num tem medo não?
Ela pelo visto não esperava essa reação minha. Ela fez uma cara de “e agora?” e respondeu:
- Uai, medo medo eu não tenho não, já to acostumada. Mas é ruim dormir sozinha né.
- Que bom então uai, se você já ta acostumada não tem problema. Boa noite e tenha bons sonhos.
No outro dia eu fui zoado não por ter pegado ela, mas por ter recusado uma oferta pecaminosa.
Reflexões sobre a letra F
Se eu fosse um boi e eles fossem me marcar com uma letra do alfabeto eu escolheria a letra F.
Simplesmente porque ela representa tudo que eu estou vivendo agora: Férias, Formaturas e Festas.
Ela também representa os meus três anos no polivalente no primeiro, segundo e terceiro F. A sala que ninguém acreditava que existia mas que estava sempre lá e que ruleava o local.
Sobre férias: Finalmente atingi o que eu venho sonhando a uns cinco anos. Agora eu to livre de faculdade, cursinho de ingles, estágios, etc etc. É claro que o desemprego já está batendo na porta e ficar sem grana pra sair não é nada agradável, mas pelo menos até o final de dezembro eu nao quero achar nenhum emprego.
Sobre formaturas: hoje teve a do polivalente, amanhã a do Iel, quarta a minha, quinta do vitor, sexta do marlon e por ai vai. Temos muitas solenidades pela frente.
Sobre festas: Eu não consegui entrar na do polivalente... e pelo visto nao vou poder fazer uma festa na minha casa... acho que vou chamar o povo pra ir pra algum lugar bebemorar.
Post meio inútil. Mas esse vai ser o último dessa ladainha.
Agora eu quero traduzir um pouco de mangás e escrever uns causos.
A próxima postagem será: A MULHER FOGOSA DO JAZZ.
Juro que´e verdade.
Eu corto a minha Mara e a minha Inês se não fizer isso.
Simplesmente porque ela representa tudo que eu estou vivendo agora: Férias, Formaturas e Festas.
Ela também representa os meus três anos no polivalente no primeiro, segundo e terceiro F. A sala que ninguém acreditava que existia mas que estava sempre lá e que ruleava o local.
Sobre férias: Finalmente atingi o que eu venho sonhando a uns cinco anos. Agora eu to livre de faculdade, cursinho de ingles, estágios, etc etc. É claro que o desemprego já está batendo na porta e ficar sem grana pra sair não é nada agradável, mas pelo menos até o final de dezembro eu nao quero achar nenhum emprego.
Sobre formaturas: hoje teve a do polivalente, amanhã a do Iel, quarta a minha, quinta do vitor, sexta do marlon e por ai vai. Temos muitas solenidades pela frente.
Sobre festas: Eu não consegui entrar na do polivalente... e pelo visto nao vou poder fazer uma festa na minha casa... acho que vou chamar o povo pra ir pra algum lugar bebemorar.
Post meio inútil. Mas esse vai ser o último dessa ladainha.
Agora eu quero traduzir um pouco de mangás e escrever uns causos.
A próxima postagem será: A MULHER FOGOSA DO JAZZ.
Juro que´e verdade.
Eu corto a minha Mara e a minha Inês se não fizer isso.
sábado, 5 de dezembro de 2009
Icarus X Ash Ketchun
Pensei em fazer um post retrospectivo com toda a minha passagem pelo ensino superior mas ia me dar preguiça e eu ia falar mal demais de alguns colegas de classe então poupei tempo e vou resumir em uma oração: a faculdade foi um saco socialmente mas foi até legal em alguns aspectos.
Foda que agora eu to num teorema de Icarus X Ash Ketchun. Tem horas que me dá vontade de seguir adiante em uma velocidade fodástica e fazer pós e mestrado antes dos trinta anos ou passar em um concurso para ganhar uns mi réis. Outrora eu penso em começar tudo denovo e continuar explorando outras áreas. Sei do sofrimento que é uma rotina universitária, mas conheço também o tédio que é ver os dias passando de maneira sempre igual. Tem tanta coisa que eu queria estudar. A Flavinha me falou uma vez no jornal de literatura jornalistica. Isso deve ser fodástico! Tenho vontade de fazer uma pós em tradução ou legendagem também. Tenho curiosidade em fazer psicologia, estudar mais linguistica e virar um psicolinguista e descobrir como que as pessoas aprendem um idioma. Sem contar o tanto que seria foda umas pós em literatura inglesa. Me imagino dando aula sobre Shakespear e Edgar Allan Poe...
Enfim, eu podia ganhar na mega-cena e ficar só por conta de estudar. Ia ser o máximo.
Mudando de assunto
Hoje eu fui fazer uma listinha das pessoas que eu quero convidar pra minha formatura pra olhar a possibilidade de fazer uma galinhada pro povo kinkasa, o resultado foi que a lista deu duas páginas no word.... gostar de todo mundo é um saco! Lógico que tem os mais chegados e tal, mas tem os menos chegados que eu gosto também e pronto. Então já descartei a hipotese de festa aqui em casa. Se alguém tiver um ideia palpável me diga que talvez eu aceite.
Mas eu prometo que se eu tiver trabalhando até o dia 22 de julho de 2010 eu banco uma festinha de arromba pra todos meus miguxos S2!
Mudando de assunto
Hoje foi o dia que mais comi pão de queijo na minha vida. Mais do que quando eu ia pra casa do Breno (saudade) jogar Mario Party. Graças ao meu dsamigo Marcelo que me convidou pra festa dos Correios, comi sentenas de pão de queijo com diversos recheios (vinagrete, carne, asa de frango, queijo e abacaxi). Sinto que fui remunerado com todo o dinheiro que gastei com sedex depois dessa festa. Depois de noite a tentativa quase frustada de fazer uma festa surpresa pra Patty ainda me rendeu mais umas boas dúzias de pão de queijo.
Mudando de assunto
Vou sentir saudades do Stairway. Mais do que eu imaginava.
Semana que vem são as provas finais... tenho que fazer uma revisão no final de semana.
Não sei o que vai ser da minha vida agora sem inglês.
Mudando de assunto
Postar ouvindo Silverchair não é uma boa ideia. A gente começa a ficar emotivo por causa das músicas e vai falando tudo que vem pela cabeça. Vou dormir um bucado depois faço postagens mais criativas.
Nessas férias eu vou escrever alguns "causos" para animar o blog e vou guardá-los par publicar em 2020 quando eu juntar 20 causos.
Vou dar alguns spoilers:
- Mulher Fogosa Do JAZZ
- Show da Kelly Key
- Bolo de Carne do Fuca
- Travessuras de primeiro de Abril do G-sus
- Dentre outras
*To com preguiça de fazer uma correção gramatical no post
**Quando aos /S/ e /C/ trocados, me desculpem, eu fui alfabetizado em inglês
Foda que agora eu to num teorema de Icarus X Ash Ketchun. Tem horas que me dá vontade de seguir adiante em uma velocidade fodástica e fazer pós e mestrado antes dos trinta anos ou passar em um concurso para ganhar uns mi réis. Outrora eu penso em começar tudo denovo e continuar explorando outras áreas. Sei do sofrimento que é uma rotina universitária, mas conheço também o tédio que é ver os dias passando de maneira sempre igual. Tem tanta coisa que eu queria estudar. A Flavinha me falou uma vez no jornal de literatura jornalistica. Isso deve ser fodástico! Tenho vontade de fazer uma pós em tradução ou legendagem também. Tenho curiosidade em fazer psicologia, estudar mais linguistica e virar um psicolinguista e descobrir como que as pessoas aprendem um idioma. Sem contar o tanto que seria foda umas pós em literatura inglesa. Me imagino dando aula sobre Shakespear e Edgar Allan Poe...
Enfim, eu podia ganhar na mega-cena e ficar só por conta de estudar. Ia ser o máximo.
Mudando de assunto
Hoje eu fui fazer uma listinha das pessoas que eu quero convidar pra minha formatura pra olhar a possibilidade de fazer uma galinhada pro povo kinkasa, o resultado foi que a lista deu duas páginas no word.... gostar de todo mundo é um saco! Lógico que tem os mais chegados e tal, mas tem os menos chegados que eu gosto também e pronto. Então já descartei a hipotese de festa aqui em casa. Se alguém tiver um ideia palpável me diga que talvez eu aceite.
Mas eu prometo que se eu tiver trabalhando até o dia 22 de julho de 2010 eu banco uma festinha de arromba pra todos meus miguxos S2!
Mudando de assunto
Hoje foi o dia que mais comi pão de queijo na minha vida. Mais do que quando eu ia pra casa do Breno (saudade) jogar Mario Party. Graças ao meu dsamigo Marcelo que me convidou pra festa dos Correios, comi sentenas de pão de queijo com diversos recheios (vinagrete, carne, asa de frango, queijo e abacaxi). Sinto que fui remunerado com todo o dinheiro que gastei com sedex depois dessa festa. Depois de noite a tentativa quase frustada de fazer uma festa surpresa pra Patty ainda me rendeu mais umas boas dúzias de pão de queijo.
Mudando de assunto
Vou sentir saudades do Stairway. Mais do que eu imaginava.
Semana que vem são as provas finais... tenho que fazer uma revisão no final de semana.
Não sei o que vai ser da minha vida agora sem inglês.
Mudando de assunto
Postar ouvindo Silverchair não é uma boa ideia. A gente começa a ficar emotivo por causa das músicas e vai falando tudo que vem pela cabeça. Vou dormir um bucado depois faço postagens mais criativas.
Nessas férias eu vou escrever alguns "causos" para animar o blog e vou guardá-los par publicar em 2020 quando eu juntar 20 causos.
Vou dar alguns spoilers:
- Mulher Fogosa Do JAZZ
- Show da Kelly Key
- Bolo de Carne do Fuca
- Travessuras de primeiro de Abril do G-sus
- Dentre outras
*To com preguiça de fazer uma correção gramatical no post
**Quando aos /S/ e /C/ trocados, me desculpem, eu fui alfabetizado em inglês
Assinar:
Postagens (Atom)